
A “paz podre” que se vivia há
muito no Dragão foi abalada pela demissão de Antero Henriques, mas tudo parece
indicar que a “procissão ainda vai no adro” no seio da Nação Portista.
Os apelos ao mais genuíno e
profundo “Portismo” multiplicam-se para “unir as tropas” em torno de Pinto da Costa e Nuno Espírito Santo. Para já, quem parece escapar a todas as críticas é Alexandre
Pinto da Costa, cujo papel no Clube ninguém compreende.
A Liga Nos precisa de um Porto
forte, esperemos que este pequeno período de descanso tenha sido suficiente
para "sarar as feridas"…
Coleção de cromos
ResponderEliminarIsto parece uma dinastia de totós
ResponderEliminarEste ano nem o Papa será capaz de um milagre
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